O caso ocorreu com um seropositivo norte-americano de 42 anos e residente em Berlim que é seropositivo há dez anos e recebeu um transplante de medula há 20 meses para tratar uma leucemia que entretanto contraiu.
O transplante foi facultado por um dador portador de uma mutação genética que elimina da superfície das células a proteína CCR5, ao qual o vírus da Sida (VIH) se liga para nelas entrar e aí proliferar.
Acresce que esta mutação é rara, visto estar presente em apenas um a três por cento da população europeia, e parece conferir aos seus detentores imunidade face ao VIH.
Os investigadores destacam a necessidade não só de o dador ser compatível e ter aquela rara mutação genética, como de a doença se encontrar num estado ainda muito inicial.
Imagem: Vírus HIV
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1043724

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