quinta-feira, 7 de maio de 2009

Gripe A

Trata-se de uma doença do foro respiratório altamente contagiosa que começou por afectar os suínos, nos quais é muito frequente mas com reduzido índice de mortalidade. O vírus transmite-se por via aérea, mediante contacto directo e indirecto. Até agora raramente era transmitida ao homem. Este surto parece ter origem numa nova estirpe até agora desconhecida, o H1N1, apesar de entre os porcos também circularem outros vírus, como H1N2, H3N2 e H3N1.
Há informações esporádicas de surtos de infecções de gripe A em humanos. Geralmente, os sintomas são idênticos aos de uma gripe comum (febre, dores de cabeça, dores musculares, etc), mas este tipo de gripe provoca mais vómitos e diarreia. A manifestação clínica pode ir de uma infecção ligeira a uma infecção pulmonar mortal.
O Peddy Paper está quase a chegar!!!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Nova descoberta na área das doenças psiquiátricas

A ausência ou mau funcionamento de uma região do cromossoma 22 pode ser a causa de distúrbios psiquiátricos, como a esquizofrenia, problemas cognitivos e de comportamento, segundo uma investigação da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
O estudo indica que a ausência dos genes está relacionada com a ansiedade, depressão, hiperactividade, autismo e dificuldade de memória. Os cientistas sustentam ainda que este distúrbio genético está na origem de um a dois por cento dos casos de esquizofrenia.
O estudo mostra também que cerca de 30 por cento dos indivíduos com esta falha nos genes desenvolvem a doença.
A partir de experiências com ratos de laboratório nos quais foram suprimidos os genes que controlam as mesmas funções da região do cromossoma 22 no homem, os cientistas detectaram nos animais distúrbios de comportamento.
Segundo os cientistas, os genes suprimidos do material genético dos ratos controlam processos bioquímicos do cérebro, por isso a sua ausência origina falhas biológicas que causam doenças mentais.

quinta-feira, 12 de março de 2009


Quem são os Nefrologistas?

São médicos que tratam das doenças médicas dos rins, ou seja, aquelas que não necessitam de tratamento cirúrgico. Podem ser consultados nos principais hospitais e também nos Centros de Hemodiálise e de Transplantação Renal.


Dia do Rim


13 de Março é o Dia Mundial do Rim!

Novas terapias para o stress

"Há uma pequena minoria de pessoas que ficam espantosamente calmas em situações de stress extremo e cujo perfil hormonal é único", disse no congresso o psiquiatra Deane Aikins, da Universidade de Yale, citando o caso do piloto do avião que amarou recentemente no rio Hudson, em Nova Iorque.
Contrariamente à maioria das pessoas nas mesmas situações, nesses indivíduos a taxa da hormona cortisol, que aumenta no sangue em reacção ao stress, mantém-se baixa, ao mesmo tempo que sobe a dos péptidos, que protegem contra o stress. Estas pessoas estão naturalmente mais bem preparadas para lidar com o stress e conseguem manter-se frias sob pressão, não mostrando sinais de pânico.
Estabelecido o perfil hormonal, a investigação chegou a um ponto em que, será possível formar pessoas para resistirem melhor ao stress, através terapias hormonais ou mentais.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Instinto Maternal

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirmam ter localizado a região do cérebro que estimula o desejo de proteger e cuidar das crianças, o chamado instinto maternal e paternal.Um conjunto de pediatras, psiquiatras e neurologistas britânicos afirma ter descoberto na área do cérebro conhecida como “córtex orbitofrontal medial” (localizada acima dos olhos) a região que é activada quando os adultos visionam as crianças, criando uma necessidade de as proteger e cuidar. Esta área cerebral é também uma peça-chave para o controlo das emoções.Além de contribuir para compreender os ditos instintos paternal e maternal, os investigadores revelam que o estudo pode ser importante na identificação e tratamento da depressão pós-parto, sintoma que afecta cerca de 15 por cento das mulheres e três por cento dos homens nos países desenvolvidos.




Fonte: http://w3.ese.ipsantarem.pt/

Novo planeta extra-solar

Na última semana, astrónomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsoniano anunciaram a descoberta de um novo corpo celeste, maior e mais massivo que Neptuno, orbitando uma estrela a 120 anos-luz de distância da Terra. Enquanto Neptuno tem 3.8 vezes o diâmetro da Terra, o novo planeta, baptizado HAT-P-11b é 4.7 maior que o nosso planeta e sua massa 25 vezes maior.

Água num planeta distante?


A NASA descobriu água num planeta exterior ao Sistema Solar chamado HD189733b. Os cientistas chegaram a esta conclusão depois de observarem que o planeta absorve a luz que recebe da sua estrela – o que só é possível quando existe vapor de água. A existência de água é o primeiro passo para a existência de vida… Quem sabe se não teremos vizinhos espaciais?



Fonte: www.portaldoastronomo.org/

2009 - Ano Internacional da Astronomia


As Nações Unidas proclamaram 2009 como o Ano Internacional da Astronomia. A proposta foi feita pela Itália, país de Galileo - o grande homenageado em 2009. Trata-se de uma celebração dos 400 anos das primeiras observações astronómicas feitas por Galileo Galilei, que mudaram a nossa forma de perceber o Universo.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

História da Televisão - Imagens em Movimento

As imagens móveis do Cinema e da TV têm como base sólida a ilusão pois, na realidade, não existe "movimento" nenhum nas imagens animadas.
As primeiras experiências com imagens móveis mostraram que, quando uma sequência de fotos era apresentada numa velocidade igual ou acima de 16 fotos por segundo, estas se fundiam, dando a impressão de ser uma única imagem contínua.
Descobriu-se também que, se as fotos individuais variassem ligeiramente para reflectir a passagem do tempo (através das diferenças na luz do dia), a ilusão de movimento era criada, quando estas fotos eram apresentadas numa sequência ininterrupta.

Imagem: Imagens que, quando exibidas em alta velocidade, formaram o primeiro filme de sempre, "The Horse in Motion".

História da Televisão - TV electrónica

O primeiro televisor electrónico recebia as imagens de um iconoscópio (ver imagem), projectando as imagens num tubo de raios catódicos – um tubo de vidro com um ecrã que estava revestido com um pó fosforescente. Quando o cátodo emitia um feixe de electrões, o ecrã brilhava.

Imagem: iconoscópio

História da Televisão - TV electrónica

No final dos anos 20, o inventor americano Philo Farnsworth e o russo Vladimir K. Zworykin desenvolveram tubos de electrões: a imagem era varrida da esquerda para a direita e dividida numa série de minúsculos pontos brancos ou pretos, chamados elementos de imagem ou pixels.
Imagem: Uma das primeiras transmissões de “Felix, the cat” (televisão electrónica)

Televisão Mecânica


História da Televisão - TV mecânica

Não se pode dizer que a televisão tenha tido um único inventor; pelo contrário, a televisão foi desenvolvida através de uma série de inventos ao longo de 50 anos. Em 1884, o alemão Paul Nipkow desenvolveu um disco explorador optomecânico (ver imagem) que permitia que uma imagem fosse convertida em sinais eléctricos de intensidade variável. Usando o disco de Nipkow, o escocês John L. Baird construiu um televisor mecânico em 1926.

Comemoração do Dia da Televisão - 21 de Novembro

Esta é a "reportagem fotográfica" da nossa exposição relativa ao Dia da Televisão...


... a exposição propriamente dita:





...e todo o trabalho que tivemos para chegar até aqui:







O quebra-cabeças imunológico

Há muito tempo se sabe que fragmentos diferentes de DNA, a molécula da hereditariedade, espalhados em diversos genes, trabalham juntos para produzir um único anticorpo, a molécula de proteína que defende o organismo de agentes invasores.
Ninguém sabe, porém, como se monta esse quebra-cabeça dentro da célula. Foi encontrada recentemente a peça que faltava: Cientistas americanos descobriram uma enzima que parece capaz de reunir os genes dos anticorpos que defendem os organismos contra agressões de vírus e bactérias. Desconfia-se ter uma enzima fabricada na própria célula T, chamada recombinase, capaz de reunir os genes dos anticorpos. Segundo os cientistas, em pessoas com deficiência imunológica. congénita podem faltar, não os genes que ordenam a fabricação de anticorpos, mas a enzima que organiza a linha de montagem. Chegou-se a essa conclusão a partir de observações em tubos de ensaio. Resta saber se em experiências com animais a presença da enzima também se revelará fundamental.

Fonte: super.abril.com.br

Somos o que pensamos

Finalmente foi possível provar que a consciência determina o nosso estado de saúde. O mérito é da psiconeuro-imunologia, ciência que estuda a relação entre a mente e o sistema imunológico. Os resultados confirmam o que a tradição sempre soube: somos o reflexo do nosso mundo mental.
Mas de que modo? Durante décadas se aceitou que o sistema imunológico fosse autónomo: Nada interferia com o modo de defesa do corpo.
Curiosamente, a mudança veio do cosmos. Durante a missão Apollo III, uma explosão a bordo colocou em perigo os astronautas, que ficaram extremamente “stressados”. Os médicos descobriram depois que a quantidade de células imunes diminuíra bastante, e alguns astronautas ficaram com uma resistência tão baixa que ficaram com gripe.
Terá sido o stress a reduzir o número de células imunes? A conclusão era óbvia:
o sistema imunológico é condicionável e influenciável pelo cérebro.
O que a psiconeuro-imunologia postula nos últimos anos é fascinante: qualquer coisa queaconteça no cérebro é observada pelo sistema imunológico. Seja stress, desespero, bem-estar ou felicidade, as células imunes sabem e, dependendo do caso, aumentam ou diminuem a sua acção.

Fonte: http://br.groups.yahoo.com

Transplante de medula curou seropositivo

Um seropositivo recebeu um transplante de medula óssea e a carga viral ficou indetectável.
O caso ocorreu com um seropositivo norte-americano de 42 anos e residente em Berlim que é seropositivo há dez anos e recebeu um transplante de medula há 20 meses para tratar uma leucemia que entretanto contraiu.
O transplante foi facultado por um dador portador de uma mutação genética que elimina da superfície das células a proteína CCR5, ao qual o vírus da Sida (VIH) se liga para nelas entrar e aí proliferar.
Acresce que esta mutação é rara, visto estar presente em apenas um a três por cento da população europeia, e parece conferir aos seus detentores imunidade face ao VIH.
Os investigadores destacam a necessidade não só de o dador ser compatível e ter aquela rara mutação genética, como de a doença se encontrar num estado ainda muito inicial.


Imagem: Vírus HIV

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1043724

Impedir o cancro do pulmão

Um grupo de investigadores japoneses descobriu o mecanismo que leva um tumor primário a gerar metástases (aglomerados de células cancerosas) no pulmão. Acredita-se que a descoberta pode contribuir para o desenvolvimento de medicamentos que impeçam a expansão da doença, pois determinou-se que o tumor primário prepara o pulmão para a sua invasão através de substâncias inflamatórias (quemoquinas) que invadem o tecido pulmonar e conduzem a migração das células doentes para esse órgão, onde se agrupam em metástases.
Descobriu-se ainda que os tumores primários fazem com que as células do pulmão produzam um factor químico adicional que acelera o “recrutamento” de células tumorais primárias ao activar os genes implicados na inflamação e ao instalar a produção de quemoquinas.
Ao bloquear o composto químico e os seus receptores em ratinhos de laboratório, os investigadores conseguiram reduzir significativamente as metástases do pulmão.
Estas descobertas ajudar a perceber como é que as células cancerígenas estabelecem novos tumores em lugares distantes do tumor inicial.

Fonte: http://www.correiodamanha.pt/

Elementar, meu caro chip!


Sempre se soube que o cancro deixa rastos na corrente sanguínea, como as chamadas células CTC ("Circulating Tumor Cells"), que são, no entanto, extremamente raras.
Os exames existentes actualmente conseguem detectar as células CTC apenas em amostras muito grandes, de tamanho 1.000 a 10.000 vezes maior, o que torna inviável a sua utilização prática. Este facto levou a que, recentemente, cientistas americanos construíssem um biochip - um microlaboratório que consegue detectar as células CTC a partir de uma gota de sangue.Baptizado de CTC-chip, consegue isolar, contar e analisar as células CTC. O aspecto mais promissor
desta tecnologia é que ela permite o diagnóstico de forma totalmente não-invasiva, com o exame podendo ser feito no próprio consultório médico. O chip é do tamanho de um cartão de crédito, construído com uma técnica chamada litografia - a mesma utilizada para a fabricação dos microprocessadores de computador. Sobre uma base de silício são construídas 80.000 saliências, recobertas com um anticorpo para uma proteína expressa na maioria dos tumores.

Fonte: http://descobertas-cientificas.blogspot.com/

A cura para o cancro

Cientistas britânicos acreditam que conseguiram fazer uma importante descoberta na procura de uma cura para o cancro. O novo tratamento, que combina um novo medicamento com uma forma sofisticada de radioterapia, produziu resultados surpreendentes nos testes de laboratório: o tratamento destruiu tumores cancerosos em 85% dos ratos submetidos aos testes!
O novo medicamento, obtido a partir do tronco de um salgueiro africano,
destrói os vasos sanguíneos responsáveis pelo abastecimento de nutrientes vitais aos tumores, não causando nenhum dano aos tecidos saudáveis.

A destruição dos tumores é complementada pela aplicação de radiação, transportada até às células por anticorpos. Estes conseguiram impedir que o tumor recebesse novo fluxo sanguíneo e se regenerasse. Actuando em conjunto, estes dois tratamentos são capazes de produzir uma "cura a longo prazo.".

Fonte: BBC

Memória de… Neurónio

Cientistas da Universidade de Telavive demonstraram que neurónios cultivados fora do cérebro podem ser gravados com lembranças rudimentares múltiplas, que persistem por dias sem interferir nem apagar outras memórias. Segundo os investigadores, estes resultados abrem caminho para a criação de um chip de neuromemória que poderia ser usado em conjunto com o hardware de computadores para criar máquinas "ciborgues" capazes de realizar tarefas como detectar toxinas perigosas no ar, permitir que os cegos vejam ou ajudar alguém que sofre de paralisia a recuperar parte ou todo o movimento.


Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/um_chip_capaz_de_aprender_-_e_se_lembrar_imprimir.html

Restaurar a memória


Uma nova descoberta sobre a função cognitiva dos neurónios no cérebro poderá "devolver" memória a pessoas com Alzheimer ou que tenham sofrido danos cerebrais. O resultado desta investigação revela que a capacidade de reconhecer pessoas, edifícios e lugares, objectos e nomes depende de um só neurónio e não do trabalho de vários. Até agora pensava-se que as células cerebrais, sozinhas, funcionavam como uma espécie de "interruptor" eléctrico que enviava uma série de mensagens que se interligavam. Mas um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia, descobriram que a sua função é muito mais complexa. "Descobrimos que os neurónios podem funcionar como um computador sofisticado", afirmou um dos responsáveis pelo estudo. Os peritos acreditam que esta descoberta sirva para construir "próteses cognitivas que executem as funções perdidas devido a danos cerebrais e doenças como a de Alzheimer". Os cientistas realizaram a investigação em cérebros humanos, com doentes voluntários, o que lhes conferiu uma dimensão não alcançável em experiências com animais. "Foi uma ferramenta de valor incalculável para desvendar os mistérios neuronais de forma mais rigorosa e eficiente".


Fonte: http://www.srsdocs.com/parcerias/revista_imprensa/lusa/2005/lusa_2005_06_23_02.htm

A Origem do Vício

Um grupo de neurocientistas da Universidade do Sul da Califórnia anunciou recentemente ter descoberto a região do cérebro relacionada com a vontade de fumar e com outros vícios nocivos à saúde.
A conclusão foi tirada a partir do caso de um homem de 38 anos que perdeu repentinamente a vontade de fumar. Este, que consumia cerca de 40 cigarros diários, parece ter-se "esquecido" do vício quando teve um acidente vascular cerebral que lhe provocou lesões na ínsula.
Os cientistas estudaram posteriormente 69 pacientes que foram fumadores e que sofreram danos cerebrais, 19 deles com lesões na ínsula. Entre os 19 pacientes que tiveram esta região danificada, 13 pararam de fumar, 12 deles com facilidade.
A ínsula é uma zona saliente do encéfalo que recebe informações de outras partes do cérebro, estando os cientistas convencidos que desempenha um papel fundamental nas sensações de fome, dor, desejo de fumar ou tomar drogas.
A descoberta pode resultar no desenvolvimento de medicamentos e cirurgias que ponham fim à dependência.

Fonte: http://ap_mentehumana.blogs.sapo.pt/

Bem-Vindos!


Este ano temos uma disciplina (semi) nova: Área de Projecto. Ora a dita disciplina era, para nós, sinónimo da famosa interrogação "Para que é que serve?".

Depois de alguma deliberação, decidimos: "Vamos contribuir para a cultura dos alunos da nossa escola.". E como fazê-lo? Através de um jornal de parede, relacionado com descobertas científicas, a ser afixado mensalmente.


Agora que já estamos no 2º Período, decidimos aderir às "novass tecnologias", tão em voga actualmente... E aí está: vão ser publicados no blog tanto o nosso trabalho do 1º período como o que iremos realizar.


Abre a Pestana!