quinta-feira, 19 de março de 2009

Nova descoberta na área das doenças psiquiátricas

A ausência ou mau funcionamento de uma região do cromossoma 22 pode ser a causa de distúrbios psiquiátricos, como a esquizofrenia, problemas cognitivos e de comportamento, segundo uma investigação da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
O estudo indica que a ausência dos genes está relacionada com a ansiedade, depressão, hiperactividade, autismo e dificuldade de memória. Os cientistas sustentam ainda que este distúrbio genético está na origem de um a dois por cento dos casos de esquizofrenia.
O estudo mostra também que cerca de 30 por cento dos indivíduos com esta falha nos genes desenvolvem a doença.
A partir de experiências com ratos de laboratório nos quais foram suprimidos os genes que controlam as mesmas funções da região do cromossoma 22 no homem, os cientistas detectaram nos animais distúrbios de comportamento.
Segundo os cientistas, os genes suprimidos do material genético dos ratos controlam processos bioquímicos do cérebro, por isso a sua ausência origina falhas biológicas que causam doenças mentais.

quinta-feira, 12 de março de 2009


Quem são os Nefrologistas?

São médicos que tratam das doenças médicas dos rins, ou seja, aquelas que não necessitam de tratamento cirúrgico. Podem ser consultados nos principais hospitais e também nos Centros de Hemodiálise e de Transplantação Renal.


Dia do Rim


13 de Março é o Dia Mundial do Rim!

Novas terapias para o stress

"Há uma pequena minoria de pessoas que ficam espantosamente calmas em situações de stress extremo e cujo perfil hormonal é único", disse no congresso o psiquiatra Deane Aikins, da Universidade de Yale, citando o caso do piloto do avião que amarou recentemente no rio Hudson, em Nova Iorque.
Contrariamente à maioria das pessoas nas mesmas situações, nesses indivíduos a taxa da hormona cortisol, que aumenta no sangue em reacção ao stress, mantém-se baixa, ao mesmo tempo que sobe a dos péptidos, que protegem contra o stress. Estas pessoas estão naturalmente mais bem preparadas para lidar com o stress e conseguem manter-se frias sob pressão, não mostrando sinais de pânico.
Estabelecido o perfil hormonal, a investigação chegou a um ponto em que, será possível formar pessoas para resistirem melhor ao stress, através terapias hormonais ou mentais.